Chove, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,, , , ,
chove, , , , , , , , , ,
chove,,, , , , , , , , , , , , , , , ,
A noite o céu engolhe,, , , , ,, , , , , , ,
Não tenha medo,se molhe, , , , , , , , , , , , , , , .......... .... .. ................................... . . . . ......... ... . . .. ..
sábado, 2 de abril de 2016
domingo, 27 de março de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
Quando menor...
percebi que grande parte de histórias,biografias e filmes,centradas na vida de algum personagem,muitas vezes ignoravam a sua infância.Se preocupando em narrar,talvez, apenas uma pequena parte da adolescência,ou um momento curto e específico de quando era bem menor.
A razão,eu concluí,é porque não há muita coisa acontecendo na nossa juventude.Ainda mais quando se trata de quem nasceu e cresceu em grandes centros urbanos.
Lembro-me de pensar em como será daqui à muitos anos,quando as mentes de hoje se tornarem as histórias de ontem.
O que diriam sobre suas infâncias,que se limitaram em grande parte em ir à escola,e ficar parado na frente de uma televisão.Talvez esteja sendo pessimista,e restritivo,mas infelizmente nunca presenciei ou ouvi alguma história genuinamente interessante quando criança .
Desde então,eu havia concluído que a juventude nada mais é do que um tutorial da vida.Apreendemos o máximo de informação possível,não nos preocupamos com o que virá em seguida.
Posso dizer que assisti ao maior número de filmes possível,me afeiçoei às mais diversas séries animadas ou não;como último respiro desta fase,ouço os mais diversos e clássicos álbuns musicais,incrementei o meu repertório de livros,e ainda joguei alguns simuladores de jogos famosos.
Não tive muitos amigos e aventuras,sempre quis ter meu próprio grupo de Goonies,admito,mas pelo menos posso dizer que foi uma época essencial para a minha formação.
percebi que grande parte de histórias,biografias e filmes,centradas na vida de algum personagem,muitas vezes ignoravam a sua infância.Se preocupando em narrar,talvez, apenas uma pequena parte da adolescência,ou um momento curto e específico de quando era bem menor.
A razão,eu concluí,é porque não há muita coisa acontecendo na nossa juventude.Ainda mais quando se trata de quem nasceu e cresceu em grandes centros urbanos.
Lembro-me de pensar em como será daqui à muitos anos,quando as mentes de hoje se tornarem as histórias de ontem.
O que diriam sobre suas infâncias,que se limitaram em grande parte em ir à escola,e ficar parado na frente de uma televisão.Talvez esteja sendo pessimista,e restritivo,mas infelizmente nunca presenciei ou ouvi alguma história genuinamente interessante quando criança .
Desde então,eu havia concluído que a juventude nada mais é do que um tutorial da vida.Apreendemos o máximo de informação possível,não nos preocupamos com o que virá em seguida.
Posso dizer que assisti ao maior número de filmes possível,me afeiçoei às mais diversas séries animadas ou não;como último respiro desta fase,ouço os mais diversos e clássicos álbuns musicais,incrementei o meu repertório de livros,e ainda joguei alguns simuladores de jogos famosos.
Não tive muitos amigos e aventuras,sempre quis ter meu próprio grupo de Goonies,admito,mas pelo menos posso dizer que foi uma época essencial para a minha formação.
quarta-feira, 23 de março de 2016
Seu eterno braço materno
Ela afogava suas frustrações em vinho barato,
gastava e, gastava...mas no fim,não tinha um centavo.
Para ela,eu estava sempre errado.
gastava e, gastava...mas no fim,não tinha um centavo.
Para ela,eu estava sempre errado.
O Alberto sobe no prédio mais perto.
Se ergue confiante e certo,
Mira o mar aberto,com os pés fincados no teto.
Ele urge com o instinto mais selvagem e libertador,
Urge,
Uiva,
Urra.
Libera toda a sua dor.
Dispensa qualquer pudor.
Ele diz ao mundo...
Ele impõe ao mundo!
Com toda sua força--
¨Vai tomá no cú!!!!¨
Sua voz se torna rouca.
Quando se viu à beira do abismo,
Quando se deparou com o iminente fim...
Alberto ergueu suas de Querubim.
Mergulhou no oceano azulado
com seu corpo totalmente acorrentado.
Se ergue confiante e certo,
Mira o mar aberto,com os pés fincados no teto.
Ele urge com o instinto mais selvagem e libertador,
Urge,
Uiva,
Urra.
Libera toda a sua dor.
Dispensa qualquer pudor.
Ele diz ao mundo...
Ele impõe ao mundo!
Com toda sua força--
¨Vai tomá no cú!!!!¨
Sua voz se torna rouca.
Quando se viu à beira do abismo,
Quando se deparou com o iminente fim...
Alberto ergueu suas de Querubim.
Mergulhou no oceano azulado
com seu corpo totalmente acorrentado.
Quando menor...
alguma vez alguém me disse que eu iria morrer.Eu nunca me lembro exata e especificamente das coisas ,e essa não é uma exceção.Mas,realmente eu lembro do impacto que isso gerou em meus pensamentos e na forma como eu via o mundo.
De repente tudo se tornou sombrio,ameaçador e limitado.Eu começava a me questionar o funcionamento do fim eterno.¨Como que alguém sente que deixou de existir?¨,¨Como não sente e não se pensa nada?¨.Realmente,tais pensamentos repercutiam muito em minha mente,lembro-me de filosofar à respeito,da forma mais prematura do pensamento filosófico,o questionamento juvenil.
Eu delirava sobre o assunto até adormecer.E,nos anos que se seguiriam,eu não cessaria minha dúvida.Todo o pensamento católico,à mim impregnado,me deixavam ainda mais confuso e paranóico.Tentava abster-me completamente dos mais remotos pecados,pelo menos durante a primeira semana.Para que pelo menos se morresse não me ferrasse tanto.
Concluí que era muito complexo para uma criança,não cometer nenhuma atitude impura.
Tudo piorou quando tomei ciência de que não se morre apenas por ¨velhice¨,acidente ou morte.Depois de dar um tempo com as atitudes e comportamentos para adentrar no Paraíso,eu havia suscitado o pensamento de,apenas tentar evitar qualquer acidente e me preocupar com toda a questão da mortalidade quando mais velho.As minhas novas descobertas sobre ¨Como bater as botas¨,me tornaram uma criança ainda mais fragilizada e paranóica;Eu babava muito em minhas camisas,já que passava boa parte do tempo com alguma parte da minha camisa na boca à fim de me higienizar.
Sim,eu havia convencido à mim mesmo de que tecidos são ótimas para combater bactérias.Quando encostava em algum produto com a advertência de que é tóxico,bom,então me adequava de todos os processos de higienização emergencial ,e diversos pensamentos de que estava prestes à morrer,além de algumas rezas;pareciam as únicas opções.E eu nem comecei à falar dos Sprays para matar insetos.
Felizmente todo esse frenesi se esgotou,já que se revelou apenas uma fase,mas antes de ter alguma doença,ou realmente correr riscos,e presenciar a morte de algum parente;o pensamento voltaria à me assombrar ocasionalmente.
O maior problema do ser humano,talvez seja a ciência de que um dia morrerá,essa é a nossa principal divergência com o resto do reino Animalia.A partir do medo do desconhecido,cria-se uma cultura de tentar apaziguar os receios com mitos e ciência.
Mas o mais difícil seria admitir que não existe nada para ser descoberto,ainda quando criança,descobri que a maior parte do que consumimos,o que nos atrai,o que nos dá sensação de estarmos vivos,por mais irônico que pareça,é o flerte com a morte,a adrenalina ao mesmo tempo prazerosa e ameaçadora.
alguma vez alguém me disse que eu iria morrer.Eu nunca me lembro exata e especificamente das coisas ,e essa não é uma exceção.Mas,realmente eu lembro do impacto que isso gerou em meus pensamentos e na forma como eu via o mundo.
De repente tudo se tornou sombrio,ameaçador e limitado.Eu começava a me questionar o funcionamento do fim eterno.¨Como que alguém sente que deixou de existir?¨,¨Como não sente e não se pensa nada?¨.Realmente,tais pensamentos repercutiam muito em minha mente,lembro-me de filosofar à respeito,da forma mais prematura do pensamento filosófico,o questionamento juvenil.
Eu delirava sobre o assunto até adormecer.E,nos anos que se seguiriam,eu não cessaria minha dúvida.Todo o pensamento católico,à mim impregnado,me deixavam ainda mais confuso e paranóico.Tentava abster-me completamente dos mais remotos pecados,pelo menos durante a primeira semana.Para que pelo menos se morresse não me ferrasse tanto.
Concluí que era muito complexo para uma criança,não cometer nenhuma atitude impura.
Tudo piorou quando tomei ciência de que não se morre apenas por ¨velhice¨,acidente ou morte.Depois de dar um tempo com as atitudes e comportamentos para adentrar no Paraíso,eu havia suscitado o pensamento de,apenas tentar evitar qualquer acidente e me preocupar com toda a questão da mortalidade quando mais velho.As minhas novas descobertas sobre ¨Como bater as botas¨,me tornaram uma criança ainda mais fragilizada e paranóica;Eu babava muito em minhas camisas,já que passava boa parte do tempo com alguma parte da minha camisa na boca à fim de me higienizar.
Sim,eu havia convencido à mim mesmo de que tecidos são ótimas para combater bactérias.Quando encostava em algum produto com a advertência de que é tóxico,bom,então me adequava de todos os processos de higienização emergencial ,e diversos pensamentos de que estava prestes à morrer,além de algumas rezas;pareciam as únicas opções.E eu nem comecei à falar dos Sprays para matar insetos.
Felizmente todo esse frenesi se esgotou,já que se revelou apenas uma fase,mas antes de ter alguma doença,ou realmente correr riscos,e presenciar a morte de algum parente;o pensamento voltaria à me assombrar ocasionalmente.
O maior problema do ser humano,talvez seja a ciência de que um dia morrerá,essa é a nossa principal divergência com o resto do reino Animalia.A partir do medo do desconhecido,cria-se uma cultura de tentar apaziguar os receios com mitos e ciência.
Mas o mais difícil seria admitir que não existe nada para ser descoberto,ainda quando criança,descobri que a maior parte do que consumimos,o que nos atrai,o que nos dá sensação de estarmos vivos,por mais irônico que pareça,é o flerte com a morte,a adrenalina ao mesmo tempo prazerosa e ameaçadora.
O futuro assombra nosso presente
De manhã nós fingimos estar nos preparando para o futuro.
Contando cada segundo...
Até sair correndo crente de estarmos vivendo o presente.
Nos escondemos em livrarias e lojas,
Para evitar cada minuto com um aparente parente inconveniente.
Procuramos refúgios nas páginas e telas da vida de outros.
Somos pressionados para pôr em prova nossa capacidade e masculinidade.
Somos Máquinas de guerra!
Peixes sem Guelras!
Homens na selva!
Contando cada segundo...
Até sair correndo crente de estarmos vivendo o presente.
Nos escondemos em livrarias e lojas,
Para evitar cada minuto com um aparente parente inconveniente.
Procuramos refúgios nas páginas e telas da vida de outros.
Somos pressionados para pôr em prova nossa capacidade e masculinidade.
Somos Máquinas de guerra!
Peixes sem Guelras!
Homens na selva!
Originalidade ou autenticidade?
Fale sobre estrelas,a imensidão,o infinito...
Esse poeta nunca estará extinto.
Fale sobre os animais,as árvores,as planíces,
Isso todo mundo já disse.
Diga o que tu ama,a magia impregnada na cama,
Isso já lhes deu fama!
Fale sobre sua paixão platônica e,amizade;
Isso está escondido em cadernos de todas as cidades.
Expresse-se com cinismo sobre como estamos toda à dois passos do interminável abismo.
E eu lhe direi que já sei disso.
Ó Galhos de carvalhos,
Que cobrem a minha calada amada...
Representação da mais romântica perfeição.
Ainda me escondo, para evitar teu espanto.
O céu azul ainda reveste este mundo imundo...
Esse poeta nunca estará extinto.
Fale sobre os animais,as árvores,as planíces,
Isso todo mundo já disse.
Diga o que tu ama,a magia impregnada na cama,
Isso já lhes deu fama!
Fale sobre sua paixão platônica e,amizade;
Isso está escondido em cadernos de todas as cidades.
Expresse-se com cinismo sobre como estamos toda à dois passos do interminável abismo.
E eu lhe direi que já sei disso.
Ó Galhos de carvalhos,
Que cobrem a minha calada amada...
Representação da mais romântica perfeição.
Ainda me escondo, para evitar teu espanto.
O céu azul ainda reveste este mundo imundo...
sábado, 19 de março de 2016
Haiku:
Sábado de tranquilidade adiada,
estava remexendo numa estante de livros empoeirados,
quando contemplo um grupo de colegas estudantes ao outro lado.
distraído com tal presença,dei um sorriso e um tchau com a mão.
foi quando derrubei uma vasilha de bonecas e outas quinquilharias empoeiradas no chão.
Ouvi um sussurro de ¨Tinha que ter sido o Áquila¨,com minha confiança sofrida,
segui meu rumo,só para ser interrogado por um trabalho de filosofia.
Sábado de tranquilidade adiada,
estava remexendo numa estante de livros empoeirados,
quando contemplo um grupo de colegas estudantes ao outro lado.
distraído com tal presença,dei um sorriso e um tchau com a mão.
foi quando derrubei uma vasilha de bonecas e outas quinquilharias empoeiradas no chão.
Ouvi um sussurro de ¨Tinha que ter sido o Áquila¨,com minha confiança sofrida,
segui meu rumo,só para ser interrogado por um trabalho de filosofia.
Capítulo 3: Odisseias juvenis. (parte 1)
Acordar de manhã nunca foi um grande sacrifício para mim,o problema reprisado quase que diariamente por mim,sempre foi se manter acordado pelos dois primeiros minutos.Algum gênio sugeriu um botão gigante que oferece mais cinco minutos para adiar todos os compromissos subsequentes da dolorosa rotina de um trabalhador e pressentida por um estudante de ensino médio.Acontece que o botão de descanso é mais do que tentador e, para mim sempre funcionou como uma máquina do tempo inevitável.
Portanto,eu sempre estive desperto antes mesmo do sol.Mas todo o tempo que eu tenho de vantagem,acaba sendo desperdiçado me mantendo acordado.
Contrariando todas as expectativas,a última sexta-feira foi realmente marcante,não que o dia da semana realmente seja relevante,mas me ajuda a prosseguir com os fatos a seguir narrados.
Acontece que as Sextas-feiras são
internacionalmente reconhecidas como último suspiro de obrigações,mas no meu caso,essa afirmação não tinha muita consistência,já que no sábado,ocasionalmente somos presenteados com um bônus de informações e anotações em cadernos.Felizmente,devido à uma intriga com o despertador,acabei perdendo a primeira aula da facilmente distraível,professora de química.Não me leve à mal,todo esse lance de hidrocarbonetos e mols,soa bem interessante;Mas com o tempo,fica um pouco difícil imaginar todas essas reações e alquimias naturais,então,se torna outra daquelas matérias em que eu acabo por decorar fórmulas e nomes.
Usando o artifício da distração de professores,ao começar uma pequena discussão com um amigo ao lado,sobre a diferença entre psicólogo e psiquiatra e chamar a atenção da professora para ser júri na guerra da inflação de ego (A qual eu ganhei).Sobrevivi os primeiros 50 minutos,já pressentindo o familiar terremoto intestinal.
Acordar de manhã nunca foi um grande sacrifício para mim,o problema reprisado quase que diariamente por mim,sempre foi se manter acordado pelos dois primeiros minutos.Algum gênio sugeriu um botão gigante que oferece mais cinco minutos para adiar todos os compromissos subsequentes da dolorosa rotina de um trabalhador e pressentida por um estudante de ensino médio.Acontece que o botão de descanso é mais do que tentador e, para mim sempre funcionou como uma máquina do tempo inevitável.
Portanto,eu sempre estive desperto antes mesmo do sol.Mas todo o tempo que eu tenho de vantagem,acaba sendo desperdiçado me mantendo acordado.
Contrariando todas as expectativas,a última sexta-feira foi realmente marcante,não que o dia da semana realmente seja relevante,mas me ajuda a prosseguir com os fatos a seguir narrados.
Acontece que as Sextas-feiras são
internacionalmente reconhecidas como último suspiro de obrigações,mas no meu caso,essa afirmação não tinha muita consistência,já que no sábado,ocasionalmente somos presenteados com um bônus de informações e anotações em cadernos.Felizmente,devido à uma intriga com o despertador,acabei perdendo a primeira aula da facilmente distraível,professora de química.Não me leve à mal,todo esse lance de hidrocarbonetos e mols,soa bem interessante;Mas com o tempo,fica um pouco difícil imaginar todas essas reações e alquimias naturais,então,se torna outra daquelas matérias em que eu acabo por decorar fórmulas e nomes.
Usando o artifício da distração de professores,ao começar uma pequena discussão com um amigo ao lado,sobre a diferença entre psicólogo e psiquiatra e chamar a atenção da professora para ser júri na guerra da inflação de ego (A qual eu ganhei).Sobrevivi os primeiros 50 minutos,já pressentindo o familiar terremoto intestinal.
sexta-feira, 18 de março de 2016
2: O fim da infância.
A infância acaba no primeiro sonho erótico,a chegada de conflitos internos influenciados por hormônios,e expectativas em relação ao sexo.
Quando seios se erguem,como sedutoras montanhas;
A primeira ereção consciente...
When you want to unlock the door,but you can´t do it anymore.
É normal hesitar ao pular no oceano de preocupações e desesperanças,além da piscina da pressão coercitiva.
Eis que,contra todas as expectativas,choveu desenfreadamente nessa cidade aloprada por moradores de rua excêntricos e intimidadores.
Eu admito que só estou escrevendo agora,para descontinuar a desenfreada rotina de estudos e deveres que tanto me assombram.Eu olho para a minha parede,e me lembro de porquê fixei com fita adesiva, um desenho com os dizeres ¨I´ve got a billion things to do,but they´re all secundary...¨.
É,eu sou esse tipo de pessoa.Não extremamente sobrecarregada,mas que,com o tempo,se torna.Admito que tenho uma redação para reescrever;Mas tudo o que quero é beijar o travesseiro ouvindo a guitarra do Eric Clapton.
Todo esse papo de universidade,e notas,me deixa muito nervoso .
A infância acaba no primeiro sonho erótico,a chegada de conflitos internos influenciados por hormônios,e expectativas em relação ao sexo.
Quando seios se erguem,como sedutoras montanhas;
A primeira ereção consciente...
When you want to unlock the door,but you can´t do it anymore.
É normal hesitar ao pular no oceano de preocupações e desesperanças,além da piscina da pressão coercitiva.
Eis que,contra todas as expectativas,choveu desenfreadamente nessa cidade aloprada por moradores de rua excêntricos e intimidadores.
Eu admito que só estou escrevendo agora,para descontinuar a desenfreada rotina de estudos e deveres que tanto me assombram.Eu olho para a minha parede,e me lembro de porquê fixei com fita adesiva, um desenho com os dizeres ¨I´ve got a billion things to do,but they´re all secundary...¨.
É,eu sou esse tipo de pessoa.Não extremamente sobrecarregada,mas que,com o tempo,se torna.Admito que tenho uma redação para reescrever;Mas tudo o que quero é beijar o travesseiro ouvindo a guitarra do Eric Clapton.
Todo esse papo de universidade,e notas,me deixa muito nervoso .
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